O que acontece na sessão de psicanálise?
- Patricia Figueira
- 23 de mai. de 2025
- 1 min de leitura
Atualizado: 26 de mai. de 2025

A sessão de psicanálise é um espaço de escuta e fala. Um lugar onde você pode se expressar livremente, sem medo de ser julgada ou interrompida. Não há roteiro ou cobrança de desempenho — há tempo, acolhimento e presença.
Você chega, senta e fala sobre o que estiver sentindo ou pensando: uma angústia, um conflito, um sonho estranho, um silêncio que incomoda. Pode parecer simples, mas é justamente nesse movimento livre de fala que começam os processos mais profundos da psicanálise.
“Mas eu nem sei por onde começar...”
Tudo bem. Muitas pessoas chegam dizendo isso. E é justamente aí que começamos: pelo que vem. Um pensamento solto, uma memória, um incômodo do dia. Aos poucos, com o apoio da escuta analítica, vamos construindo sentidos juntas.
O papel da psicanalista
Eu não dou conselhos prontos nem respostas fechadas. Meu papel é te escutar atentamente, fazer perguntas, pontuar o que você talvez não tenha percebido — e te ajudar a olhar para si com mais profundidade e honestidade.
Através dessa escuta, vamos acessando camadas inconscientes, revendo padrões, compreendendo sintomas e elaborando histórias que ficaram presas no tempo.
Tempo e processo
A psicanálise não é imediata. Ela é um processo — único para cada pessoa. Não trabalhamos com prazos rígidos, porque a vida emocional não se organiza em calendários. Você vai no seu tempo, com liberdade e responsabilidade.
O que pode emergir nas sessões?
Sentimentos esquecidos ou negados
Lembranças de infância
Conflitos afetivos
Medos, inseguranças, bloqueios
Descobertas sobre quem você é
O mais importante é saber: você não está sozinha. Estarei aqui, escutando com respeito, cuidado e compromisso o seu processo.





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